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21 de fev. de 2014

if you can't love yourself, how in the hell you gonna love somebody else


Start your engines!

Depois de muitas indicações resolvi descobrir por conta própria o motivo do sucesso de RuPaul's Drag Race, reality show que tem como objetivo coroar a próxima drag superstar. Não era uma tarefa fácil, já que de 2009 (ano em que o reality foi lançado) até hoje foram exibidas cinco temporadas e uma edição especial com ex-participantes, o RuPaul's Drag Race All Stars. E com a sexta temporada prestes a começar o tempo era curto. Felizmente, a maratona foi rápida e posso dizer que tive o prazer de assistir a um dos realities mais divertidos e revolucionários de todos os tempos!


O formato do programa é bem parecido com o de outros realities como American Next Top Model e Project Runway. Cada episódio é composto por um mini desafio, um desafio principal e um desfile onde os participantes são julgados por uma bancada composta pelo próprio RuPaul, dois membros fixos (Santino Rice - que fica assustadoramente mais magro a cada temporada - e Michelle Visage - que entrou na segunda edição, substituindo a jornalista Merle Ginsberg e thank godess continua até hoje) e, geralmente, mais dois convidados especiais. Ao fim de cada episódio, duas drags vão para o bottom two onde têm que se apresentar dublando uma canção e, ao término, RuPaul julga quem vai continuar na competição ("shanté, you stay!") e quem vai embora ("sashay away!").


RuPaul é um dos principais motivos do programa ser tão bom. Dono de uma personalidade carismática e debochado até não poder mais, Ru encanta tanto quando está em um dos seus ternos, dando as coordenadas e acompanhando o desenvolvimento dos participantes durante os desafios, quanto quando está montado, sempre com vestidos fabulosos e com tiradas hilárias durante os desfiles. RuPaul é uma das drag queens mais bem-sucedidas do showbizz e sua carreira inspira as outras drags. Além de apresentar o reality, Ru também é ator, cantor e autor. Isso sem falar nos bordões que ele usa sem reservas durante o programa e que acabam indo parar no vocabulário de quem assiste. Aqui em casa ninguém mais aguenta os "sashay away", "hello, hello, hello" e o belíssimo "if you can't love yourself, how in the hell you gonna love somebody else".


Além disso, para quem se interessa por uma experiência ainda maior, existe o Untucked, um programa extra que mostra os bastidores do Drag Race, mais especificamente o momento em que as drags aguardam serem julgadas após o desfile. E assim como no programa, rolam barracos épicos que podem deixar até os mais atirados com a cara no chão. 


Mas o que mais me chamou a atenção foi essa abertura que o programa oferece para um público que dificilmente encontra espaço na mídia. Diferente dos gays, que de uns anos pra cá começaram a ganhar um certo destaque (que ainda precisa evoluir muito até que seja considerado adequado), as drag queens não costumam ser vistas com bons olhos - ou vistas, de qualquer forma. Muitas vezes deixadas de lado até mesmo pela própria comunidade LGBT, elas encontraram definitivamente, um lugar para mostrar ao mundo um pouco de suas vidas, dores e alegrias, sem serem julgadas por isso (a não ser quando não conseguem cumprir o desafio proposto por Ru). São frequentes os momentos em que, entre uma troca de figurino ou aplicação de maquiagem, as drags abrem o coração e contam histórias de discriminação e superação. Só para elencar algumas das mais marcantes tivemos uma drag que sofreu agressão do próprio pai e outra que foi presa. 

Particularmente, passei a ver esses profissionais com olhos COMPLETAMENTE diferentes após assistir o programa. Pode parecer clichê pra caramba, mas no fim das contas, a lição que RuPaul e suas drag queens deixam pra gente é que, independente do quão ruim é a situação, se você acreditar em si mesmo, você vai longe.

Por isso, a minha dica é: don't fuck it up e corre pra assistir RuPaul's Drag Race! Now, sashay, away.


PS: Segunda-feira (24) começa a sexta temporada do RuPaul's Drag Race, mas antes disso pretendo fazer um TOP TOP dos meus participantes favoritos de cada edição. É o Gustavo's Drag Race All Stars!


19 de jun. de 2010

# piqué

Desde quarta-feira dessa semana, mais precisamente após o jogo da Espanha, eu adquiri uma nova obsessão na minha vida: Gerard Piqué Bernabeu. Sério, eu nunca pensei que fosse me interessar tanto por futebol na minha vida como estou me interessando agora, tudo por causa desse bendito espanhol de 1.92m nascido no dia 2 de fevereiro de 1987.
Tá certo que o meu interesse não é 100% pelo esporte em si, mas é como quando você gosta tanto de um ator, que mesmo quando o filme é bem mais ou menos você assiste e até compra o DVD, pelo simples fato dele estar lá.
O pior é que eu nem lembrava disso aqui, que circulou na internet mês passado. E foi graças ao comentário da Bruna no último post, que eu pude recordar, e ficar ainda mais louco por ele.
Bom, é isso. Foi um desabafo porque depois que eu passei três horas inteiras ontem, procurando qualquer coisa sobre ele na internet eu percebi o nível da minha admiração/obsessão/vontadedechuparatéodedãodopé/amor.
Mas tem como não gostar disto, minha gente?

morri.

15 de jun. de 2010

# ah, quem dera



Tô ganhando nada com isso, gente. E ele nem é a coisa mais hot que existe, mas entra fácil no meu TOP 10, então, só pra divulgar:
@Cristiano - follow him, ok?
Porque um pouco de beleza na sua timeline não vai fazer mal!

12 de jun. de 2010

# don't wanna kiss, don't wanna touch [2]



É, eu sei que estou atrasado e não cumpri minha promessa de trazer os meus (poucos) comentários sobre "Alejandro" ontem, mas tenho ótimas explicações pra isso, porém deixo elas para um outro post, porque daqui em diante a única coisa que vai interessar é a Gaga rodeada de bofes com cabelo de cuia e coreografias que deixam a "Dança dos famosos" do Faustão - sua mãe deve assistir, também - no chinelo.
Sem dúvida é o clipe mais dark da Gaga até agora, mas nem por isso pode ser considerado o pior. Temos muitas referências no clipe, e talvez por esse motivo tanta gente fique falando que ela copiou a Madonna, etc. Mas isso é tão last week quantos os comentários de "Not Myself Tonight" da Xtina.
Fato é que "Alejandro" traz uma Gaga mais pretensiosa, com looks ainda mais bizarros, homossexualidade escorrendo por todos os cantos e muito, mas muito "Don't call my name, don't call my name, Alejandro", que chega a enjoar um pouquinho quando você está próximo do final do clipe.
Outro ponto importante, que pode justificar o comentário anterior é o fato de "Alejandro" não ser uma das melhores músicas do "The Fame Monster", e acredito que Monster e Dance In Te Dark (ou até Speechless, dependendo da forma como ela abordaria) dariam ótimos singles, mas não dá pra prever nada que venha dessa mulher, porque assim como Midas, tudo que ela toca vira ouro.


She's not broken.
She's just a baby

27 de mai. de 2010

# ele interpreta melhor que o pattinson



As fãs xiitas que me perdoem, mas pelo menos alguma coisa boa tinha que sair dessa história, né? E o mais engraçado é que o rapaz que faz o cover do Robert Pattinson, Kryz "Edmund" Perez, teve aulas de interpretação melhores do que as do original, não?